Uma Análise da Revolução Francesa de 1789: As Perspectivas de Edmund Burke e Eric Voegelin

Por Rafael Bruch Bordin[1]

Resumo

O presente artigo tem por objetivo apresentar algumas reflexões sobre o Movimento Revolucionário Francês de 1789, a partir da análise do contexto histórico da Revolução junto ao pensamento crítico e conservador. Além disso, é intuito deste trabalho investigar os reflexos ideológicos e as consequências do acontecimento para a consolidação das civilizações posteriores. A busca por uma perfeição teórica de sociedade proposta pela corrente iluminista, levou os revolucionários franceses a uma ideologia que rompeu com os pilares seculares e com a política da prudência de uma ordem estabelecida ao longo da história humana. Primeiramente, fundamenta-se a contextualização histórica da sociedade francesa do século XVIII com ênfase nas principais mudanças sociais e psicológicas ocorridas neste período. Na sequência, apresenta-se as principais ideais e críticas dos pensadores Edmund Burke e Eric Voegelin, sendo que ambos pautam suas reflexões no insucesso de uma política iluminista. O método utilizado para a realização da pesquisa foi a revisão de literatura, e a problemática que norteou a investigação foi a seguinte: Quais foram as transformações de ordem histórica da sociedade humana que ocorreram a partir dos princípios da Revolução Francesa em 1789? E, como hipótese inicial, têm-se as transformações de ordem histórica, moral, social e religiosa promovidas pelo movimento tiveram fundamentos utópicos. Assim, os resultados obtidos indicam que a organização social passou de uma orientação transcendental para uma sociedade racionalista, imprudente e materialista.

1. Introdução

O assunto a ser abordado é uma crítica à Revolução Francesa, com embasamento em estudiosos do tema, destacando-se Edmund Burke e Eric Voegelin, expoentes escritores conservadores que em seus relativos temas explanaram o assunto de maneira íntegra. Entre os assuntos tratados por estes escritores se destaca o pensamento revolucionário, ampliado durante os séculos XVIII e XIX, e que logo proliferou ideologias progressistas, contrariando o ideal de prudência defendida pelos conservadores.

 A análise proposta neste trabalho justifica-se pelas contribuições que poderá trazer para a compreensão teórica do movimento francês que acabou ecoando em todas as outras nações.  Além disso, sua relevância também se revela no campo da psicologia humana, pois a análise historicista proposta por este trabalho fundamenta a compreensão dos relacionamentos entre indivíduos de qualquer sociedade. O problema da pesquisa investigado partiu do seguinte questionamento: Quais foram as transformações de ordem histórica da sociedade humana que ocorreram a partir dos princípios da Revolução Francesa em 1789? E, para tal problema formulou-se a seguinte hipótese: As transformações de ordem histórica, moral, social e religiosa promovidas pela Revolução Francesa tiveram fundamentos utópicos, as quais nunca se concretizaram.

Intencionando a resposta à problemática supracitada, a presente pesquisa tem como objetivo geral discutir o rompimento da ordem histórica da sociedade humana no período da Revolução Francesa. Para cumprir com tal proposta, foram formulados os seguintes objetivos específicos: a) levantar material teórico pertinente ao assunto; b) apresentar fundamentação do problema discutido; c) explanar o contexto histórico e social da França do século XVIII; d) apresentar breve biografia dos principais estudiosos do assunto; f) e por fim, analisar, discutir e concluir a investigação.

  1. Contextualização Histórica da Revolução Francesa

O século XVIII trouxe ao mundo dois movimentos que abalaram significativamente a ordem natural e moral das sociedades europeias, e por consequência toda a esfera mundial. A Revolução Industrial conseguiu redirecionar o modus operandi da produção de manufaturas graças a implantação da tecnologia e da ciência, que proporcionaram uma acelerada multiplicação de pessoas encarregadas na produção de mercadorias e serviços. No entanto, se está “evolução acelerada” no campo econômico se deu graças ao movimento inglês, foi a Revolução Francesa a responsável por impulsionar e moldar toda a política ideológica do período, fortemente influenciada pelo pensamento racional Iluminista vigente na Europa (HOBSBAWM, 2016).

Neste contexto, em 1789 ficou evidente a mudança realizada nos campos das ideias quando o lugar da religião se afastou da organização social, isto graças ao racionalismo político da época, que acusava a igreja católica por ser uma das responsáveis pela desigualdade social francesa. Portanto, o ponto determinante pregado pelos filósofos iluministas era a ruptura imediata com o catolicismo, fazendo com que o clero perdesse seu estatuto e seus privilégios bem como seus bens e terras, sendo estes confiscados em nome do Estado logo em sequência. Assim, estava lançada a nova ordem secular que se alastrou mundo afora, sendo a responsável por separar as crenças religiosas da política. Era agora papel do Estado nomear bispos e padres, de modo que estes se assemelhassem a qualquer outro servidor público (RÉMOND, 1986).

A França na época da Revolução não era um mero pais europeu com pouca autonomia política. Tratava-se da segunda potência do continente ficando apenas atrás da Grã-Bretanha, sua maior rival econômica. O sistema colonial francês era o mais abrangente se comparado aos demais, no entanto era superado pelos ingleses visto que estes já estavam a muito, inseridos num modelo capitalista de comercialização. Logo, este cenário mostra que não foi de fato as necessidades francesas a causa do estopim para a convulsão popular e sim de uma nova ordem em ascensão, composta de filósofos e economistas (HOBSBAWM, 2016).

Considerando o exposto, o contexto do século XVIII estava traçado por uma constante luta entre duas ideologias. De um lado, o caráter progressista e libertário que aspirava uma ascensão da humanidade configurada nos ideais Iluministas de Liberdade, Igualdade e Fraternidade, contestando a ordem vigente de hierarquias sociais estabelecidas com o tempo e estagnadas sem qualquer mudança. Em contrapartida, os conservadores da época que almejavam uma reforma constitucional com devida prudência sem o rompimento com o passado, usando a história da sociedade como uma fonte de referências de políticas eficientes na administração da sociedade (BRUN, 1964).

As políticas adotadas após a queda da Bastilha em 14 de julho de 1789 foram desastrosas para uma população que de certo modo ficou ludibriada pelas belas intenções pregadas pelos iluministas. O regime republicano não apenas continuou com a hierarquia social, antes fortemente criticada no regime absolutista, mas também fez com que o povo fosse reduzido a uma soma de iguais fazendo com que estes não mais fossem capazes de atuar com sua liberdade e autonomia, mas sim que fossem dependentes do Estado para suas relações de desenvolvimento (FURET, 1989).

De fato, as mudanças que ocorreram após a Revolução Francesa foram numerosas, o modelo constitucional da sociedade foi extremamente modificado e, com isto, as principais instituições tiveram que se adaptar à um novo rumo. Para tanto, o modelo tradicional de privilégios apenas se deslocou para outros agentes ativos na política nacional. Este rompimento com o passado na esfera de relações sociais não foi a única atividade decorrente da Revolução, uma vez que os princípios dos “iluminados” abocanharam todo o modo de viver de qualquer cidadão francês, e posteriormente de grande parte da população mundial.  Entretanto, estes ideais aconteceram a priori sem nenhuma segurança do futuro subsequente, derivando assim, uma característica utópica (BURKE, 2017).

Na sequência, serão expostos os dois principais expoentes da corrente conservadora, cujo arcabouço teórico de produção aborda reflexões e críticas ao processo revolucionário francês.

2.1 Edmund Burke

Considerado o pai do conservadorismo moderno, Edmund Burke foi um parlamentar inglês do século XVIII. Foi um forte defensor da Monarquia constitucional, e, durante sua fase política fez parte do partido liberal, o Whigs. Para Burke os ideais de uma civilização eram os mesmos da cavalaria e da nobreza inglesa, que segundo ele foram os pilares do desenvolvimento cultural e socioeconômico de toda a Europa (SOUZA, 2016).

A ideologia conservadora de Edmund se estruturava em três princípios. Primeiramente, a preocupação com o sentido de mudança radical da ordem de determinada comunidade sob perspectivas utópicas, que causariam caos e desordem; em um segundo momento a perspectiva de uma diretriz no transcendental, que correspondia a princípios extra-humanos, e, portanto, independente à vontade humana; e, por fim uma prudência nos atos políticos, no qual, a harmonia com o passado deveria prevalecer contestando medidas racionais (FREEDEN, 1996).

Em sua obra de maior relevância intitulada “Reflexões sobre a Revolução Francesa de 1789”, Edmund Burke manifesta seu posicionamento em oposição ao evento ocorrido na França. Para ele o momento apresentava extremas contradições e tensões, resultante dos valores emancipatórios da época. Para o conservador a Revolução foi remetida de modo unilateral, degradando a ordem estabelecida e destruindo a tradição e a moral da civilização (SOUZA, 2016).

2.1.1. Eric Voegelin

Eric Voegelin é um dos filósofos mais influentes do nosso tempo, principalmente por sua ideologia transcendental. Estudou na Universidade de Viena, e em 1938, no contexto da Segunda Guerra Mundial, se opôs radicalmente ao nazismo, imigrando assim junto com sua mulher para os Estados Unidos para exercer sua carreira na Universidade de Luisiana (HOGAN, 2014).

Voegelin afirma que a complexidade da esfera política em torno de uma sociedade se afastou da compreensão das populações menos privilegiadas, e, portanto, não possuiria capacidade mínima de formar uma opinião a respeito dos acontecimentos. Para o filósofo alemão, os trabalhadores passaram a conformar-se exclusivamente com as atividades familiares e do trabalho, deixando a esfera política num âmbito emocional, de sonhos e fantasias, tornando-os assim alvos fáceis para a propaganda totalitária (CARVALHO, 2008).

  1. Metodologia

O presente artigo foi realizado por meio da pesquisa bibliográfica e da coleta de dados levada à cabo pelos pesquisadores, que utilizaram livros e artigos científicos. De acordo com Treviños (1987) o alicerce que sustenta qualquer pesquisa científica pode ser compreendido como revisão bibliográfica. Primeiramente é preciso conhecer o que já foi elaborado por outros pesquisadores para então proporcionar o avanço em algum campo do conhecimento.

Lüdke e André (1986) assinalam que as fontes fundamentais para a elaboração da revisão bibliográfica a serem consultadas são artigos em periódicos científicos, teses, livros, resumos em congresso, dissertações e estudos de caso.

Com relação às ferramentas de pesquisa complementares, além da revisão bibliográfica já citada, acresceu-se a pesquisa documental segundo Santos (2000).

  1. Análises e Discussões

Ao analisar o contexto em que a França se encontrava durante o período anterior à Revolução, fica nítido que não faltavam motivos para uma revolta populista, ainda mais se esta massa fosse muito bem dirigida pelos “intelectuais” da época. De fato, todos os exageros da corte eram muito bem compreendidos como uma fonte de desgosto gritante entre o terceiro estado (burguesia/povo), e isto refletia num aumento substancial nos impostos pagos pela base da pirâmide social. Além do mais, a dívida externa da corte francesa subiu gradativamente no século XVIII, isto devido ao intenso montante de dinheiro concebido a partir de empréstimos de bancos ingleses de forma irresponsável em uma tentativa de reparar a crise das fábricas da França. Ressalta-se também o período de grande fome (1787-9) que tornou mais grave a relação do povo com o sistema absolutista (HOBSBAWM, 2016).

Considerando o contexto exposto acima, eram necessárias reformas urgentes na política vigente da França. Logo, Edmund Burke (2017, p.52) enfatiza em suas reflexões que “um Estado sem meios para efetuar mudanças também não tem meios para garantir sua conservação”. No entanto, esta mudança deve estar muito bem embasada nos fatos históricos herdados das sociedades predecessoras, cuja perpetuação trouxe importantes avanços dentro da ordem social. Deste modo, não se pode subjugar totalmente o passado por todo o estado de calamidade vivenciado no presente, e sim reverenciá-lo pela ordem recebida.

A expressão filosófica a priori, serve muito bem para explicar como não se deve tratar a ciência de uma comunidade como uma simples forma experimental, sem medir suas consequências refletidas em toda a população. Quando não estabilizadas as normas morais e condutas propicias para o bem-estar social num tempo de curto prazo, fica evidente que se precisa de um longo e efetivo conhecimento sobre o ser humano para indicar caminhos melhores, no qual todas as injustiças poderiam ser sanadas por fins práticos. A conduta adotada na Revolução Francesa não teve cautela em se aventurar em campos inimagináveis até então, uma vez que simplesmente extinguiu os pilares de sustentação de uma sociedade e os ergueu sem ter modelos e padrões comprovados por sua eficácia (BURKE, 2017). Corrobora para esta afirmação o filósofo inglês Roger Scruton:

Quando os revolucionários franceses irromperam no palco da política mundial, foi com a declaração de que dali em diante não seria mais a soberania, ou a lei, ou a divindade que comandariam a lealdade do cidadão. […] Vinte anos mais tarde e dois milhões de mortos depois, quando a vontade da nação francesa foi disseminada pela Europa pelas conquistas de Napoleão, ficou claro que uma concepção de vida política completamente nova adentrou a consciência dos europeus. Em todo o continente, movimentos nacionalistas conclamavam as pessoas para preparar-se para a guerra contra as monarquias locais e as comunidades imperiais, incitando-as para uma ação em conjunto em nome de ideias fictícias de raça e de consanguinidade, defendendo uma língua em oposição a outra, e um modo de vida contra o do próximo, e, em geral, desestabilizando tudo o que restou para ser desestabilizado depois da desordem provocada por Napoleão. (SCRUTON, 2015, p.55-56).

Outra característica da Revolução Francesa foi a tentativa interrupta de descristianizar a França. Com um forte ressentimento humanista, líderes revolucionários tentaram a todo custo apagar a tradição secular do cristianismo, pois a religião muitas vezes freava o ímpeto progressista e atrapalhava o andamento do movimento revolucionário. As perseguições ao culto nacional e ao seu sacerdócio se estabeleceu em todo o território, e assim as invasões às propriedades eclesiásticas foram constantes e brutais (MAISTRE, 2010).

Com o passar do tempo a história da França caminhava para um rumo desconhecido, guiado pelas objeções monstruosas dos radicais. Começava-se a destruir as instituições políticas, alterar leis, normas, costumes e até mesmo chegava-se ao ponto de agredir Deus, nem que para isto medidas e táticas desconhecidas precisassem ser adotadas, como por exemplo, derrubar coroas e até mesmo esmagar povos (TOCQUEVILLE, 1979).

Questiona-se como estes líderes revolucionários conseguiram de fato tanto apoio nas massas francesas, ao ponto de conseguirem consentimento para atacar a religião do camponês e desestabilizar a ordem vigente. A resposta pode ser buscada nos estímulos repetitivos de algo não natural, como o condicionamento humano em relação aos seus hábitos. Este efeito acaba impregnando a sociedade e abafa majoritariamente a liberdade de compreensão individual e as próprias tomadas de decisões do dia a dia. Este é um dos dogmas religiosos e filosóficos que perpetuaram através de séculos e que hoje ensinam que para não cair em armadilhas utopistas é necessário domínio sobre todas nossas emoções, para assim, observar com precisão a realidade humana (LOBACZEWSKI, 2014).

De volta ao contexto francês da Revolução, cujo ímpeto democrático e igualitário fazia frente ao absolutismo, é necessária uma análise cautelosa. Aristóteles ainda no século V a.C., já argumentava que em qualquer República onde se estabilizava uma democracia qualquer, está se assemelhava muito com uma tirania, na qual a maioria dos cidadãos agora portadores de um certo poder, poderiam exercer as mais terríveis opressões contra uma minoria. Na sequência, Burke (2017) afirma que o espírito da religião e do cavalheirismo no período antecessor ao movimento revolucionário estavam sendo abandonados devido ao fanatismo juízo ateu divulgado em inúmeros livros e dispersos por sermões proferidos em todas as ruas e locais públicos de Paris. Neste sentido, a população foi sobrecarregada com o espírito descrente, que facilmente suplantou os sentimentos naturais de misericórdia e cordialidade entre as relações humanas. (BURKE, 2017)

5. Considerações Finais

Neste artigo foi analisada sob a perspectiva da prudência a Revolução Francesa de 1789, um movimento que mudou drasticamente a ordem política e social do mundo moderno.

Primeiramente foi abordado o contexto histórico o qual a França vivenciava em meados do século XVIII e as respectivas razões que levaram a nação a seguir um rumo que diferia dos outros países europeus. Dois autores apresentados acima dissertaram sobre a ordem social e política de diversas sociedades, e foram utilizados para fundamentar a análise sobre o movimento revolucionário francês. O primeiro foi Edmund Burke, contemporâneo da Revolução que redige duras críticas ao acontecimento. O segundo, Eric Voegelin, com sua filosofia de ordem organizada, confirma a existência de boas relações humanas quando estas são reflexos do transcendente.  No decorrer do trabalho, ao se analisar o embasamento teórico obtido, e suas respectivas análises, constatou-se que as transformações de ordem histórica da sociedade humana ocorridas a partir da Revolução Francesa de 1789 modificaram drasticamente a maneira de organizar, compor e pensar o social, elencando o indivíduo como um simples servidor às políticas populistas que se seguiram.

Referências Bibliográficas

  1. BURKE, Edmund. Reflexões sobre a revolução na França. Campinas, SP: Vide editorial, 2017.
  2. HOBSBAWM, Eric J. A era das revoluções, 1789-1848. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2016.
  3. RÉMOND, René. O Antigo Regime e a Revolução. 1750-1815. 2. ed. São Paulo: Cultrix, 1986.
  4. BRUN, Geoffrey. La Europa del siglo XIX: 1815-1914. 2. ed. México/Buenos Aires: Fondo de Cultura Econômica,1964.
  5. FURET, François. Pensando a Revolução Francesa. São Paulo: Paz e Terra, 1989.
  6. SOUZA, Jamerson Murillo Anunciação. Edmund Burke e a gênese do conservadorismo. In: Serviço Social e Sociedade, n.126, p. 360-377, maio/ago, São Paulo, 2016.
  7. HOGAN, Maurice P. (Ed.) Ordem e história: Israel e a revelação. São Paulo: Loyola, 2014.
  8. CARVALHO, Olavo.  A elite que virou massa. Disponível em: <http://www.olavodecarvalho.org/a-elite-que-virou-massa/>. Acesso em: 23 de set 2018.
  9. SCRUTON, Roger. Como ser um conservador. Rio de Janeiro: Record, 2015.
  10. LÜDKE, Menga; ANDRÉ, Marli. Pesquisa em Educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EPU, 1986.
  11. MAISTRE, Joseph de. Considerações sobre a França. Trad. Rita Sacadura Fonseca. Coimbra: Almedina, 2010.
  12. FREEDEN, Michael. Ideologies and political theory: a conceptual approach. Oxford: Oxford University Press, 1996.
  13. TOCQUEVILLE, Alexis. O antigo regime e a revolução. Brasília: Ed. da Unb, 1979.
  14. LOBACZEWSKI, Andrew. Ponerologia: Psicopatas no poder. Campinas, SP: Vide editorial, 2014.
  15. SANTOS, Antônio Raimundo dos. Metodologia Científica: a construção do conhecimento científico. 3. ed., Rio de Janeiro: DP&A, 2000.
  16. TRIVIÑOS, Augusto Nibaldo Silva. Introdução à Pesquisa em Ciências Sociais: A Pesquisa Qualitativa em Educação: O Positivismo, A Fenomenologia, O Marxismo. São Paulo: Atlas, 1987.

[1]Graduando do curso de História da Universidade Paranaense – UNIPAR, Campus Francisco Beltrão. Graduando do curso de Medicina Veterinária pela Universidade Federa Fronteira Sul- UFFS, Campus Realeza. E-mail: rafa3270_@hotmail.com.

4 comentários em “Uma Análise da Revolução Francesa de 1789: As Perspectivas de Edmund Burke e Eric Voegelin”

  1. Até gostei do artigo. Mas há nele muitos erros gramaticais. Além disso, o artigo fala muito de si mesmo, como e a razão pela qual foi escrito, e pouco sobre o tema. Antes fosse mais curto e grosso.

  2. Como não tem nada de Eric Voeglin na bibliografia? Sem contar a parte que o diz respeito, que é bem mal desenvolvida. O artigo em si tem alguns méritos, a conclusão é bem fundamentada e a estruturação bem feita, mas é inaceitável um artigo sobre a perspectiva de um autor se dar por meio de citações indiretas à sua obra.

  3. Comentando aqui pela segunda vez, creio eu bastante problemático um artigo que pretende falar sobre a perspectiva de um autor se alongue por um mísero parágrafo sobre tal visão. Este trabalho não foi revisado propriamente, pois além de erros de ortografia, peca por nem sequer apresentar uma obra de Eric Voeglin na bibliografia, sendo que em princípio é um dos autores sobre os quais pretende discorrer. Muito fraco em comparação com outros textos da pégina!

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